
De acordo com um ser humano comum, a vida é apenas um momento que vamos passar no planeta para chegar à algum outro lugar que ninguém sabe se existe.
Mas dizem que sabe.
Ninguém sabe o que fazer, pois não tem certeza do que é. Desta forma, nosso planeta é extremamente destruído, porque como ninguém sabe o que é a vida e o que vai ter depois dela, fazem o que vem na mente, sem pensar em porra nenhuma.
Mas como dizia Antoine Lavoisier, nada se cria, tudo se transforma e desta forma, explico o processo do que somos e para onde vamos:
Somos apenas um aglomerado de coisas, que de alguma forma, sempre são os mesmos projetos de coisas para determinadas espécies e que com o passar do tempo, vamos nos solidificando e secando, até morrer. Mas morrer não é o termo certo.
Quando "morremos", nossos corpos vão se decompondo até nos tornarmos parte da terra, da água das plantas e até mesmo dos animais e assim, vamos gerando vida.
Tudo se torna qualquer coisa.
A vida acaba no momento em que nosso corpo sente a necessidade de se tornar outra coisa da natureza.
Tudo o que queremos, inconcientemente, é ser natureza.
O motivo de tanta destruiçâo do que vamos ser futuramente existe porque o ser humano comum é maioria e não pensa em nada.
Isso tudo acontece porque existe a agitação das moléculas, porque elas não conseguem ser uma coisa só pra sempre. Precisam se mover enquanto existir energia.
Então não existe vida. A única coisa que existe são moléculas com energia. Mas um dia isso vai acabar por aqui porque a fonte de calor do nosso planeta não vai durar pra sempre. E quando pararem, vamos ser todos um só, sem diferença alguma.
Só pó.
"Somos apenas um aglomerado de coisas, que de alguma forma, sempre são os mesmos projetos de coisas para determinadas espécies e que com o passar do tempo, vamos nos solidificando e secando, até morrer. Mas morrer não é o termo certo."
ResponderExcluirGostei MUITO disso.
Só pó e fumo...
ResponderExcluirMas se tudo se transforma, não existe destruição. O que a gente faz com o planeta só o torna menos habitável para nós mesmos.
Não existe vida, não existe beleza, não existe destruição, não existe perda, não existe nada que não seja movimento. E o lance é ver que nem tudo é movimento... saca?